Jornalista fala do sucesso após citar ‘Rajadão’, de Pabllo Vittar: “Viralizou”

Wilson Pinheiro conta que suas ideias ousadas tem dado bons resultados e agrado o público

Quando você for assistir ao jornal “RJ 2”, preste mais atenção no que está escrito nas tarjas, isso porque o jornalista
Wilson Pinheiro, de 39 anos, se esforça diariamente para sair do convencional e escrever coisas divertidas para deixar o jornalístico da Inter TV, afiliada da Rede Globo no interior do Rio de Janeiro, mais leve. Ele é o editor-chefe da atração e tem feito sucesso desde que usou um trecho de ‘Rajadão’, música de Pabllo Vittar, em uma reportagem sobre as baixas temperaturas na cidade.

Pabllo Vittar
Reprodução

Música de Pabllo Vittar é citada em jornal

“Essa foi a primeira tarja que viralizou absurdamente. Nesta semana, mais uma foi comentada no Twitter, no lugar de texto, colocamos emojis. Algo completamente fora do padrão, mas que comunicou bem sobre a reportagem”, contou o jornalista em entrevista ao colunista Leo Dias.

A tarja que dizia “levanta a mão pro alto e sente o rajadão” fez tanto sucesso que até Pabllo Vittar
comentou: “Eu sendo jornalista”. Todo esse sucesso fez Wilson receber inúmeras mensagens: “Eu sabia que usar a letra da música da Pabllo daria comentários, mas pensei que fosse algo mais localizado . Jamais imaginei que teria uma repercussão assim. Toda hora algum colega me envia algum print de reportagem nova ou postagem em grupos do Facebook. Eu e minha chefia estamos surpresos”.

Tarja no jornal com música de Pabllo Vittar
Reprodução

Tarja com música de Pabllo Vittar fez sucesso no jornal

Em meio a tantas notícias ruins, o profissional acredita que é necessário trazer leveza para o jornalismo em tempos de pandemia. “O humor é necessário no momento. As pessoas estão tristes em casa por causa de tantas notícias ruins. Recebemos muitas mensagens dos nossos telespectadores dizendo que não aguentam mais assistir notícias ruins”, contou.

Wilson deixou claro que o jornal não deixará de dar notícias importantes e necessárias, mas é preciso achar um meio termo. “Temos que balancear nossa narrativa com histórias legais, personagens bacanas, exemplos de superação. Meu intuito é só sair do tradicional, trazer um formato mais atraente na forma de passar a notícia”, finalizou.


Com Agências

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