Secretário nega que ataques à PM tenham relação com transferência de preso em SP

O secretário da Segurança Pública de São Paulo, Mágino Alves Barbosa Filho, negou hoje (13) que os dois ataques a bases da Polícia Militar (M), um na zona Norte da capital paulista e outro na zona Leste, tenham alguma relação com a transferência de um preso para outra unidade prisional. Segundo ele, cada ataque ocorreu por uma motivação diferente.

“O da zona Norte aconteceu em decorrência da ação da Polícia Militar por conta de um bailefunk, que teve de ser interrompido porque estava causando perturbação à ordem pública. O da zona Leste, ao que parece, está relacionado a um homicídio que não tem a menor relação com a atuação da PM e gerou revolta em duas pessoas que atingiram a base”.

De acordo com o secretário, não há nenhum indício de que a rebelião ocorrida na Penitenciária 2 da cidade de Hortolândia, no interior paulista, tenha qualquer relação com a transferência de presos. “ A sucessão de casos não representa nenhum tipo de ação coordenada visando a atentar contra o organismo de segurança pública. Não há evidência que nos leve a acreditar que teve ação coordenada.”

Inauguração

Mágino reiterou que os dois policiais civis mortos nesta semana – um na Vila Leopoldina, zona Oeste, e outro no bairro de Santana, zona Norte – e o policial militar morto na Penha, zona leste da capital, foram vítimas de latrocínio. “Infelizmente, policiais foram feridos em ações nas quais eram vítimas de crimes de roubo. Não há nenhuma conexão com facção criminosa.”

No início da tarde, o secretário participou da inauguração das novas sedes do 39º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano (BPM/M) e do Posto de Bombeiros Águia de Haia, na zona Leste da cidade.

Edição: Armando Cardoso

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