Salvador tem 2 dias de shows gratuitos

A 1ª edição do Salvador Instrumental acontece neste sábado e domingo, dias 29 e 30 de outubro no Wet N’ Wild, a partir das 15 horas.

Nomes como Carlos Malta, Trio Corrente, Letieres Leite, Sexteto 1 de Cada, o saxofonista Júnior Maceió, Tito Oliveira, o percussionista Gabi Guedes com seu grupo Pradarrum e os SKAnibais se apresentarão gratuitamente.

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No sábado, 29, subirão ao palco o maestro Letieres Leite com seu quinteto, o grupo Sexteto 1 de Cada e o saxofonista Júnior Maceió, além de Carlos Malta.

Já no domingo, 30, apresentam-se o percussionista Gabi Guedes com seu grupo Pradarrum, o baterista Tito Oliveira com o show Magiô, os SKAnibais e Trio Corrente.

Carlos Malta é multinstrumentista, compositor, orquestrador, educador e produtor, dono de um estilo totalmente original e criativo. Para Salvador, virá com seu Quarteto formado por ele, no sex e flauta, Cliff Corman piano, Augusto Mattoso baixo, Renato Massa bateria. Aqui apresentarão o show "Saravá com Pimenta", um misto de repertório de “Pimenta”, como homenagem a “Pimentinha” Elis Regina, recriando clássicos eternizados pela voz da cantora, com os AfroSambas de Baden e Vinícius.

Formado por Fábio Torres, Paulo Paulelli e Edu Ribeiro, o Trio Corrente é considerado hoje um dos maiores nomes da música instrumental do Brasil. Ganhadores do Grammy Award e do Latin Grammy em 2014, ambos na categoria Melhor Álbum Latin Jazz, os músicos interpretam de forma única os clássicos do choro e da MPB.

Com cerca? de 30 anos de carreira, o músico e compositor Letieres Leite  apresenta o Letieres Leite Quinteto. Com as mesmas raízes de pesquisa da Orkestra Rumpilezz, o Quinteto é formado por Baixo Acústico, Piano, Bateria, Sax e Flauta e Percussão. Juntos, Ldson Galter, Marcelo Galter, Tito Oliveira e Luisinho do JeJe executam as composições autorais, tendo como referência a cultura percussiva da Bahia, com repertorio totalmente autoral.

O baiano Tito Oliveira apresenta o show Magiô, que leva o nome do seu primeiro CD instrumental. O repertório é baseado em ritmos afro- brasileiros, com a influência do jazz e a riqueza da percussão da Bahia, mas com uma identidade própria. 

A Pradarrum foi criada por Gabi Guedes e tem o objetivo de proteger e preservar o toque sagrado do candomblé. Utilizando ritmos como Ilú, Alujá, Agabi e Kabila, o artista explorou o som de nações como Angola, Ketu, Gêge e misturou com a salsa, samba, funk e jazz.

Em atividade há três anos, o Skanibais faz uma enérgica fusão entre o ska, as filarmônicas do recôncavo e reggae baiano. Além das composições autorais, eles reinterpretam clássicos do ska, do reggae, da MPB e do samba, alternando entre temas instrumentais e hits cantados.


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