Reinaldo Le Grazie é o novo diretor de Política Monetária; conheça o profissional

O executivo tem experiência no Brasil e no exterior, além de ser respeitado no mercado financeiro
Reinaldo Le Grazie é o novo diretor de Política Monetária; conheça o profissional

Executivo é respeitado no mercado financeiro e tem vasta experiência no Brasil e no exterior

Reinaldo Le Grazie foi indicado para a diretoria de Política Monetária do Banco Central. Respeitado no mercado financeiro, ele é graduado em Administração Pública pela Fundação Getúlio Vargas, com extensão executiva pelo INSEAD, uma escola de negócios internacional.

“Nas últimas três décadas, obtive experiência profissional na iniciativa privada, amparada por formação acadêmica no Brasil e no exterior. Esse aprendizado me expôs ao cenário econômico-financeiro nacional e internacional”, resumiu durante sabatina no Senado.

Ele ainda explicou que sua atividade profissional sempre esteve relacionada e influenciada pelas decisões de políticas econômicas e, em especial, pelo Banco Central, sobretudo nas áreas referentes à definição da taxa de juros, à administração da liquidez e do câmbio e à regulação bancária.

O executivo, antes de ir para o BC, era diretor Superintendente da Bradesco Asset Management (BRAM), onde se integrou em 2011. Ele foi também diretor executivo de Tesouraria do Lloyds Bank, que tem sede em Londres.

Experiência profissional

Le Grazie atuou também na Gestão de Recursos de Terceiros como diretor da Proventus Invest e da Nitor Investimentos. Ele também foi consultor para o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) em projetos de Mercado Secundário de Títulos Soberanos e Privados.

No currículo do diretor ainda consta que ele foi membro do Conselho de Administração da CETIP como conselheiro independente. Foi também diretor e vice-presidente da Associação Nacional das Instituições do Mercado Financeiro (Andima), coordenador dos Comitês de Ética e de Política Monetária e membro do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC).

Atualmente, antes de ir para o BC, ele foi vice-presidente na Associação Brasileira das entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA) e membro do Grupo de Mercado de Capitais do Núcleo Brasileiro de Estudos Estratégicos (NBEE) da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESP-SP).

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