Morre, aos 91 anos, Waldir Pinho, diretor do Clube Bahiano de Tênis

5 de janeiro de 2017

Morreu na madrugada desta quinta-feira (5), Waldir Pinho Figueiredo, diretor da área social do Clube Bahiano de Tênis, um dos mais tradicionais do estado. Ele tinha 91 anos e trabalhava há 65 anos no Bahiano. O corpo será enterrado no Jardim da Saudade, às 16h desta quinta.

 “Eu fui parar no Bahiano porque eu tinha um grande amigo, Fernando Luz Filho, então eu morava no beco de João Barral, fiz amizade com Carlos Costa Pinto, e dessa amizade eu fui parar no clube, por intermédio do dono da sorveteria Oceania. Em 1941, Mário Tarquinio inaugurou um restaurante na Rua Chile, depois em 1948, fui trabalhar na Associação Atlética da Bahia e depois, em 1950 eu fui para o Bahiano”, ressaltou Pinho. Ele também era avô do apresentador José Eduardo, o Bocão.

Quando diretor-financeiro do Bahiano, Walter Pinheiro – hoje presidente da Tribuna da Bahia – contou com a ajuda do Waldir: “Uma figura humana maravilhosa, sempre de bom humor e com muitas  estórias para contar”.

Waldir protagonizou vários momentos marcantes no cenário do “high-society” baiano, seja na Associação Atlética da Bahia e Clube Bahiano de Tênis, onde trabalhou por longo tempo.

No “Aristocrático” da Barra-Avenida, “Waldir barrou a entrada do famoso play-boy Baby Pignatary que, estando em Salvador, quis participar de uma festa sem ser sócio”, conta Walter. Não entrou, desafiou comprar o clube, mas Waldir sempre sorrindo respondeu-lhe: “Não precisa. Consiga que algum sócio lhe proponha para sócio e, se a proposta for aprovada, permitirei a sua entrada, com todo prazer”.  

Foto: Divulgação

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